Dos vídeos que você vê no celular à arquitetura do centro de São Paulo, a economia criativa permeia o nosso dia a dia, mais do que imaginamos. Ela está na caneca do filme favorito, na camiseta da banda do coração e, é claro, no ambiente de trabalho que precisou de muita criatividade na era digital para se reinventar, principalmente devido à atual crise sanitária.
Quando a indústria criativa enfrentou a suspensão de projetos e eventos em 2020, precisou usar a sua matéria-prima, a criatividade, para superar os desafios que surgiram e se adaptar às novas formas de atuação. Agora, tanto no mundo digital quanto no presencial, essa ampliação de perspectivas e possibilidades traz novas oportunidades e modelos de negócios criativos.
Neste artigo promovido pela parceria entre a Mango Tree e a Galeria do Rock, vamos explorar como participar da economia criativa no centro de São Paulo. Vem com a gente!
Como criatividade e negócio andam juntos?
A economia criativa engloba todas as atividades que se baseiam na habilidade criativa, na produção de conhecimento e, às vezes, na expressão artística, para oferecer ao mercado bens, produtos e serviços que aumentam o valor e a riqueza cultural, social e econômica.
Na prática, os profissionais e as empresas desse setor são aqueles que utilizam a criatividade como ferramenta principal para reinventar ou agregar valor a diversos segmentos. Por exemplo, as músicas de uma banda estão nos shows que movimentam a indústria do entretenimento; e a estilização das camisetas da banda movimenta a indústria da moda.
Há ainda as atividades relacionadas e de apoio, que são as indústrias e os serviços que compõem o restante da cadeia da indústria criativa. Para uma live ou um show de rock acontecer, por exemplo, são necessários profissionais que saibam cuidar dos instrumentos musicais e do suporte técnico. E a presença do público movimenta o comércio local ou o e-commerce! Ou seja, a criatividade movimenta toda a economia.
Ainda está difícil de visualizar? Então, veja abaixo o núcleo central das indústrias criativas:

Imagem: Página 6 do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil do Firjan.
Disponível em: <https://www.firjan.com.br/economiacriativa/downloads/MapeamentoIndustriaCriativa.pdf>.
Oportunidades de negócios na economia criativa
Segundo pesquisa do Sebrae, o cenário pandêmico impactou a indústria criativa brasileira de tal modo que o faturamento caiu em 70% e a retomada econômica deve ocorrer somente a partir de 2022. Em momentos de instabilidade, aliar a criatividade ao conhecimento técnico pode ser o diferencial para a sobrevivência e o crescimento do seu negócio.
Pessoas criativas tendem a ser mais flexíveis e questionadoras e, assim, costumam ser mais propositivas sobre novas formas de cooperar, de solucionar e aumentar a rentabilidade. Foi por isso que a Mango Tree e a Galeria do Rock se uniram para promover um espaço de colaboração, diversidade e muita criatividade bem no centro de São Paulo, região que sempre abrigou eventos culturais, feirinhas de artesanato e diferentes indústrias criativas.
Um ambiente favorável à troca de ideias, a conversas inspiradoras e a oportunidades de negócio é essencial para alavancar o seu negócio criativo. Afinal, nos últimos meses, houve um aumento no consumo de cultura on-line: shows e exposições migraram do presencial ao digital e plataformas de streaming de músicas e filmes cresceram no número de acessos.
É importante identificar as mudanças na forma de consumir e de se relacionar com o público, porque isso tem exigido novas habilidades e competências de quem trabalha com a criatividade. Desse modo, os ambientes de qualidade, com infraestrutura, também ajudam os modelos de negócios criativos que estão presentes no ambiente digital. Alessandro Paes dos Reis, um dos sócios da Mango Tree Coworking – www.mangotree.com.br , explica melhor como é o ambiente de coworking:
“Estar num coworking como a Mango Tree é respirar diversidade, é se conectar, cruzar, conversar com pessoas com características totalmente diferentes da sua.”
Essa diversidade de pessoas e ideias também acontece na Galeria do Rock, referência em economia criativa, reunindo lojistas e frequentadores que buscam inspiração, cultura e, é claro, novas formas de empreender. Marcone Moraes, conselheiro da Galeria do Rock, conta a importância da economia criativa para a região:
“A Galeria é um dos pontos principais da cidade para implementação da economia criativa, porque nos andares de cima, como o quarto andar, você pode fazer camisetas, acessórios, brindes… criar diversos produtos para depois poder vender no mercado. A importância da economia criativa é ajudar a retomada econômica a ser mais rápida.”
O acesso a um ecossistema diverso e inclusivo é um dos benefícios da parceria entre a Galeria do Rock e a Mango Tree. No coworking, mesas de trabalho e salas de reunião oferecem espaços para conhecer pessoas e empresas, facilitando parcerias e oportunidades de negócios. Além disso, a parceria vai produzir conteúdos, podcasts e eventos sobre empreendedorismo, inovação e criatividade nesses espaços, começando por este artigo.
Marcone Moraes conta a importância disso para a economia criativa no centro de São Paulo:
“A Galeria oferece uma série de serviços que demandam criatividade, como design e estamparia. E essas pessoas precisam de espaço para se reunir, inclusive os próprios lojistas. Ter um lugar de escritório é muito importante para eles e para os frequentadores do centro e da Galeria. A sinergia entre a Mango e a Galeria está em um complementar o outro.”
E que complemento! Diante das rápidas mudanças na forma de fazer negócio, ter o apoio de conteúdos digitais e espaços físicos fazem toda diferença. Afinal, os profissionais criativos não estão somente nas indústrias criativas, mas também em diferentes setores produtivos que precisam de pensamento estratégico e disruptivo para aumentar a competitividade.
Por isso, fique de olho aqui no blog da Mango Tree para saber os próximos passos dessa parceria cheia de oportunidades para você alavancar seu negócio criativo no centro de São Paulo.
Foto em destaque: Marcone – Galeria do Rock